Sou cantor, compositor, tradutor, professor e terapeuta. Nasci em São Paulo e trabalho na área cultural desde 2011.
Nasci em São Paulo. Com dois dias de vida, meu pai perguntou que nome eu queria ter, e veio Rael. Aos dois anos, minha mãe perguntou o que eu queria ser quando crescesse. Respondi: “cantador”.
Aprendi alemão aos quatro anos, inglês aos dez e francês aos doze. Depois vieram o espanhol, por conta própria, e o italiano, na faculdade. Comecei a dar aulas de idiomas aos quinze e trabalhei na Berlitz, em São Paulo e em Viena. Hoje estudo hindi e sânscrito.
Estudei Desenvolvimento Internacional na Universidade de Viena, artes cênicas na Escola Superior de Artes Célia Helena e canto lírico na Escola Municipal de Música de São Paulo. Dancei bastante, principalmente zouk e tango, antes de aprofundar o caminho da música.
Comecei pela música popular. Depois me apaixonei pela beleza da ópera e fui para o canto lírico. Mas, depois de tanto cantar o sofrimento humano, senti que precisava expandir meus horizontes. Isso aconteceu junto com a mudança para Piracanga.
Não quero que a minha música toque as pessoas apenas pelas emoções difíceis, pelas suas dores. Quero que ela desperte o que há de melhor em cada um. Quero cantar uma música de paz, amor e alegria.
Foi assim que cheguei aos mantras, aos bhajans e aos kirtans: palavras que elevam a vibração e a consciência.
E foi assim também que comecei a compor. Antes, eu achava que não precisava. O mundo já teve tantos compositores geniais — como eu poderia querer compor, se já existem músicas tão maravilhosas? Mas essas músicas não falam daquilo que sinto que o mundo precisa hoje: elevar o amor, abrir o coração, expandir a consciência.
Ser filho dos meus pais teve uma grande influência nesse caminho. Meu pai, médico homeopata, me ensinou os princípios da saúde e a conexão entre o corpo, a mente e as emoções. Minha mãe, psicóloga e astróloga, me ensinou a me conhecer melhor: a olhar para a minha psique e a perceber a influência dos astros na minha vida e na vida de todos nós.
Na adolescência, a busca espiritual ganhou forma com a Wicca: as forças da natureza, a diversidade das divindades e o Divino Feminino na forma da Grande Mãe Universal.
Minha caminhada também foi profundamente marcada pelo contato com a floresta amazônica e com saberes preservados por povos indígenas, que me ensinaram, na prática, sobre escuta, respeito e relação com a vida e com a natureza.
Vivi cinco anos na Ecovila Piracanga, no sul da Bahia, onde estudei Meditação das Rosas e Leitura da Aura. Estudo filosofia do yoga e a tradição védica, com períodos de formação no Brasil e na Índia.
Tenho um mestre e sigo como discípulo.
Minha trajetória passa por diferentes campos: arte, línguas, espiritualidade e estudo.
Caminho, estudo, pratico e compartilho aquilo que vivo.
Português, inglês, espanhol, alemão, francês e italiano. Em estudo: hindi e sânscrito.
Carreira solo como Rael Luz; coordenação, direção musical e produção da Sachcha Band; tradução; Leitura da Aura; cursos e mentoria.
Sou cantor, compositor, tradutor, professor e terapeuta. Nasci em São Paulo e trabalho na área cultural desde 2011.
Nasci em São Paulo. Com dois dias de vida, meu pai perguntou que nome eu queria ter, e veio Rael. Aos dois anos, minha mãe perguntou o que eu queria ser quando crescesse. Respondi: “cantador”.
Aprendi alemão aos quatro anos, inglês aos dez e francês aos doze. Depois vieram o espanhol, por conta própria, e o italiano, na faculdade. Comecei a dar aulas de idiomas aos quinze e trabalhei na Berlitz, em São Paulo e em Viena. Hoje estudo hindi e sânscrito.
Estudei Desenvolvimento Internacional na Universidade de Viena, artes cênicas na Escola Superior de Artes Célia Helena e canto lírico na Escola Municipal de Música de São Paulo. Dancei bastante, principalmente zouk e tango, antes de aprofundar o caminho da música.
Comecei pela música popular. Depois me apaixonei pela beleza da ópera e fui para o canto lírico. Mas, depois de tanto cantar o sofrimento humano, senti que precisava expandir meus horizontes. Isso aconteceu junto com a mudança para Piracanga.
Não quero que a minha música toque as pessoas apenas pelas emoções difíceis, pelas suas dores. Quero que ela desperte o que há de melhor em cada um. Quero cantar uma música de paz, amor e alegria.
Foi assim que cheguei aos mantras, aos bhajans e aos kirtans: palavras que elevam a vibração e a consciência.
E foi assim também que comecei a compor. Antes, eu achava que não precisava. O mundo já teve tantos compositores geniais — como eu poderia querer compor, se já existem músicas tão maravilhosas? Mas essas músicas não falam daquilo que sinto que o mundo precisa hoje: elevar o amor, abrir o coração, expandir a consciência.
Ser filho dos meus pais teve uma grande influência nesse caminho. Meu pai, médico homeopata, me ensinou os princípios da saúde e a conexão entre o corpo, a mente e as emoções. Minha mãe, psicóloga e astróloga, me ensinou a me conhecer melhor: a olhar para a minha psique e a perceber a influência dos astros na minha vida e na vida de todos nós.
Na adolescência, a busca espiritual ganhou forma com a Wicca: as forças da natureza, a diversidade das divindades e o Divino Feminino na forma da Grande Mãe Universal.
Minha caminhada também foi profundamente marcada pelo contato com a floresta amazônica e com saberes preservados por povos indígenas, que me ensinaram, na prática, sobre escuta, respeito e relação com a vida e com a natureza.
Vivi cinco anos na Ecovila Piracanga, no sul da Bahia, onde estudei Meditação das Rosas e Leitura da Aura. Estudo filosofia do yoga e a tradição védica, com períodos de formação no Brasil e na Índia.
Tenho um mestre e sigo como discípulo.
Minha trajetória passa por diferentes campos: arte, línguas, espiritualidade e estudo.
Caminho, estudo, pratico e compartilho aquilo que vivo.
Português, inglês, espanhol, alemão, francês e italiano. Em estudo: hindi e sânscrito.
Carreira solo como Rael Luz; coordenação, direção musical e produção da Sachcha Band; tradução; Leitura da Aura; cursos e mentoria.